Anteriormente :

Após ter saído do elevador, ela foi para o lado de fora do hotel onde morava para esperar Gas. Ela havia combinado que ele a buscaria as 20:00 horas, e como ela do tipo de garota que sempre deixava os homens esperando, ela chegou 15 minutos atrasada.
Eram 20:15 e ele não estava lá.
Ela olhou para todos os lados para ver se o via, mais não havia nenhum sinal de que ele a esperava.
20:30...
21:00...
21:15...
Euge havia desistido. Ela não acreditava que Gastón não havia ido ao encontro.
Lali estava deitada no terraço do hotel onde morava.
Ela olhava as estrelas enquanto o passado passava pela sua mente.
Uma única lembrança pairava sobre sua memória, a lembrança de Euge e Peter conversando no corredor do BAS sobre o quanto eles querem que ela os perdoem.

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[Cena I]
Gastón estava chegando ao BAS quando avistou Euge de costas para ele.
Ele não sabia como ela reagiria depois de vê-lo, mais ele espera que ela entendesse o motivo dele tê-la deixado plantada no encontro que os dois tinham para a noite passada.
Gas aproximou dela e a chamou.
Gas: - Euge.
Euge virou após ter ouvido seu nome e ficou paralisada após ver quem a chamara, pois não acreditava que ele tivesse a audácia de falar com ela depois do que fizera.
Euge: - O que você quer? – Falou num tom de voz que parecesse irritada.
Gas: - Temos que conversar sobre ontem.
Euge: - Então comece, pois pelo que eu saiba foi por culpa sua que encontro não ocorreu.
Gas: - Não fale assim, eu só não pude ir porque eu tive um imprevisto.
Euge: - E qual foi esse tal imprevisto?
Gas: - Rocio, minha ex-namorada, está aqui em Buenos Aires, e...
Euge: - E deixa-me adivinhar, vocês se encontraram, conversaram sobre vocês dois e acabaram voltando.
Gas olhou para ela com espanto.
Gas: - Como você sabe?
Euge: - Palpite. Mais o que importa pra você, se não está nem aí para o que eu faço ou o que falo.
Gas: - Como assim eu não ligo pra você?
Euge: - Você poderia pelo menos ter me ligado – disse fugindo da pergunta.
Gas: - Eu não tenho seu numero.
Euge: - E nunca vai ter.
Ela deu a costa pra ele e começou a andar em direção a entrada no BAS.
Gastón ficou apenas parado onde estava vendo a garota que ele decepcionara partir.
[Cena II]
Lali chegava ao BAS quando viu Gas parado do lado de fora.
Lali: - E aí Gas, tudo bem?
Gas: - Sim – mentiu. – E você, como vai?
Os dois começaram a andar.
Lali: - Vou levando a vida. E aí, alguma novidade?
Gas: - Sim, minha ex-namorada está aqui na cidade, aquela de quem eu te contei.
Lali: - Sério? Ela está só de passagem ou veio pra ficar?
Gas: - Ela me disse que veio pra ficar.
Lali: - E ela vai estudar aqui no BAS?
Gas: - Sim, hoje mesmo ela vai fazer sua matricula.
Lali: - Que bom, você poderia me apresentá-la quando ela vier.
Nessa mesma hora, Pablo sai andando apressadamente do BAS e passa entre Lali e Gas.
Lali: - O que há com ele? – Perguntou meio preocupada.
Gas: - Eu sei lá.
Logo em seguida Peter vem atrás.
Gas: - O que houve com o Simon?
Peter: - Eu não sei, ele recebeu um telefonema, começou a gritar com a pessoa do outro lado da linha, depois desligou o telefone e saiu esbarrando em qual quer um que aparecesse em sua frente.
[Cena III]
Maria Del Cerro reclamava com Euge, pois Pablo havia esbarrado nelas quando passara.
De repente o celular de Maria toca. Ela pegou-o de sua bolsa, viu a tela do celular onde havia a palavra “Desconhecido”, afastou de Euge o e atendeu.
Maria: - Alô?
XxX: - Só queria saber se tudo está ocorrendo como esperado.
Maria: - Sim, está tudo ótimo.
XxX: - Perfeito. E a Rocio?
Maria: - Ela também executou sua missão excelentemente.
XxX: - Então devo presumir que a Euge ficou esperando pelo Gastón Dalmau até certa hora.
Maria: - Euge ficou esperando-o até 21:15 para ser exato, eu estava a observando.
XxX: - Ótimo. Mais tem outra notícia que a agradará.
Maria: - Qual?
XxX: - Já conseguimos retirar metade do dinheiro da conta bancária do Sr. Riera.
Maria: - Excelente, não espero a hora de termos tudo volta.
XxX: - Como era pra ser.
Maria então se vira e ver que Euge olhava fixamente em seus olhos.
Maria: - Euge?
Euge: - Com quem você está falando?
[Cena IV]
As horas passaram e já estava anoitecendo.
Lali estava caminhando em direção a loja de roupas de sua mãe quando avistou Pablo em um bar e logo em seguida foi até ele.
Pablo: - Mais uma, por favor – disse ao homem que estava do outro lado do balcão.
Lali: - Pablo? – Disse sem acreditar. – O que você está fazendo aqui?
Pablo vira-se para olhá-la.
Pablo: - Me deixa em paz Lali.
Lali: - Não. Pablo você não tinha se tratado?
Pablo era alcoólatra, mais começou a se tratar depois de quase morrer com o exerço de álcool em seu corpo. Não só seus pais quanto também seus amigos o apoiaram para que seu tratamento desse certo, e conseguiram. Depois de alguns meses, Pablo apenas chegava perto de bebidas que continham pouco excesso de álcool e continuou assim atém hoje.
Pablo: - Não vem com essa conversa de novo.
Lali percebeu que ele já estava bêbado.
Lali: - Você está bebendo há quanto tempo?
Pablo: - Há algumas horas.
O atendente vinha em sua direção com uma garrafa de vodka.
Lali: - Não – meio que gritou. – Não venda mais nenhuma bebida alcoólica pra ele.
Atendente: - Mais senhorita eu...
Lali: - Eu disse que não.
Lali pegou as coisas de Pablo que estavam no chão.
Pablo: - O que está fazendo?
Lali: - Vou te levar pra casa. Venha – disse enquanto pagava o atendente pelas cervejas sem ao menos perguntar quanto deu no total e começando a puxar Pablo para o lado de fora do bar.
Lali parou na avenida e começou a olhar se algum taxi vinha em sua direção.
Pablo: - O que você está fazendo?
Lali: - Vou pegar um taxi pra te levar pra casa.
Pablo: - Não precisa de taxi, eu vim de carro.
Lali: - O quê? – Disse espantada.
Pablo então começou a andar, e depois de alguns segundos ele parou em frente ao um Fiat Uno 2011 e entrou. Lali sem alternativa, também entrou no carro.
Pablo: - O que você está fazendo?
Lali: - Você não está em condições de dirigir, deixe que eu dirijo.
Pablo: - Não, eu consigo dirigir tranquilamente – disse rolando as chaves. – Agora se você quiser sair, saia.
Lali: - Não, eu vou com você.
Pablo deu a partida e começou a andar pelo transito de Buenos Aires.
Lali: - Por que você está assim? Primeiro você sai do BAS esbarrando em todo mundo, agora você tem uma recaída e ingere bebida alcoólica como louco. O que está acontecendo?
Pablo: - Meu pai – disse enfurecido.
Lali: - O que tem seu pai? – Perguntou nervosa.
Pablo: - Aquele desgraçado quer abandonar minha família – gritou.
Lali não conseguia entender, pois o Sr. Martinez sempre fora apegado a família.
Pablo – enfurecido – começava a acelerar o carro.
Mais a frente, o sinal fechou e várias pessoas começaram a atravessar a avenida de um lado para o outro.
Lali: - Pablo acalme-se! – Gritou.
Pablo não dava ouvidos ao que ela falava, pois em sua mente não parava de passar as lembranças da ligação que seu pai fizera.
Lali observou que o sinal a sua frente estava fechado e as pessoas ainda atravessavam a avenida.
Lali: - Pablo pare o carro, nós vamos bater naquelas pessoas! – Gritou desesperadamente.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
No proximo capitulo:
Pablo deu a partida e começou a andar pelo transito de Buenos Aires.
Lali: - Por que você está assim? Primeiro você sai do BAS esbarrando em todo mundo, agora você tem uma recaída e ingere bebida alcoólica como louco. O que está acontecendo?
Pablo: - Meu pai – disse enfurecido.
Lali: - O que tem seu pai? – Perguntou nervosa.
Pablo: - Aquele desgraçado quer abandonar minha família – gritou.
Lali não conseguia entender, pois o Sr. Martinez sempre fora apegado a família.
Pablo – enfurecido – começava a acelerar o carro.
Lali: - Pablo pare o carro, nós vamos bater naquelas pessoas! – Gritou desesperadamente.
Pablo desligou-se de seus pensamentos e voltou à realidade.
Lali: - Pare o carro!










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