22 de julho de 2011

Diario dos Anjos 1° temporada capitulos:


Anteriormente em:



A garçonete se retirou deixando Maria e Euge sozinha.
Maria: - Eu amei aquele vestido preto que vimos naquela loja. Na próxima vez que decidirmos fazer compras eu irei comprá-lo.
Euge: - É, ele fofo.
O celular de Maria toca, então ela pega e ver quem estava ligando.
Apesar de a tela do celular de Maria está escrito “Desconhecido”, ela sabia exatamente quem era.
Maria: - Com licença – disse à Euge.
Maria se levantou e foi para um canto deserto da lanchonete.
Maria: - Alô?
XxX: - Vamos deixar o papo de lado e ir direto ao assunto. Você está executando sua missão?
Maria deu uma pequena espiada em Euge que agora pegava o milk-shake que a garçonete lhe dera.
Maria: - Sim. Eugenia Suarez voltou do Brasil e já está na cidade, e como planejado, eu sou a sua única companhia.
XxX: - Perfeito!
Maria: - Tem mais uma coisa, fiquei sabendo que Nicolas Riera foi atropelado ontem a noite quando chegava ao desfile.
XxX: - Isso eu já sei.
Maria: - Como assim você já sabe?
XxX: - Por que fui eu que o atropelei.

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .


[Cena I]



16 de março de 2010

23:36h


Querido diário...

Minha cabeça está confusa com tudo o que está acontecendo.

Estou agora no hospital ao lado da Sra. Riera que chora desesperadamente.

Uma das coisas por eu está confuso é que a pessoa no qual eu não queria ver – pois eu não sabia se teria coragem de olhar na sua cara – acabou voltando eu sei lá de onde. Por que a Euge tinha que voltar justamente quando eu estava traçando planos para reconquistar Lali – o amor da minha vida?

Será que ela veio concertar tudo o que aconteceu no passado?

Isso é uma coisa que apenas ela pode responder, e é isso que eu irei buscar amanhã quando encontrá-la na escola. Irei buscar a resposta e o porquê dela ter voltado para Buenos Aires – não que isso me incomode... se quer saber... me incomoda e muito ela ter voltado.

Outra coisa que está me incomodando, e ao mesmo tempo me entristecendo, é a Sra. Riera que não para de chorar. Já não bastava Nico – um dos meus melhores amigos – ter sido atropelado, como também acabamos de saber que o Sr. Riera faleceu.

Como Nicolas vai reagir após saber da morte do pai que ele tanto amava?



[Cena II]



Gastón combinava com seus amigos em visitar Nico no hospital...

Gas: - Vocês vão?
Peter: - Sim, vamos.
Gas: - Então tá, deixa eu ir em casa, e encontro vocês lá – disse se referindo ao hospital.
Gastón então se virou e começou a ir em direção a saída.
Enquanto saia do BAS, ele observava a incrível garota que estava à sua frente. Ele sabia exatamente quem ela era, pois havia visto ela ontem desfilando na “Moda Espósito”. Eugenia Suarez estava com Maria Del Cerro do lado de fora do BAS, e sem perceber que Gastón se aproximava, acabou esbarrando nele.
Euge: - Aí, me desculpe.
Gas: - Não, não, foi culpa minha, eu não estava prestando muita atenção – mentiu.
Maria: - E em que um gato como você estava pensando?
Gastón queria responder: “Na sua amiga Euge”; mais acabou mentindo novamente.
Gas: - Em um amigo meu que foi atropelado ontem à noite e está no hospital.
Maria: - Posso saber quem ele é?
Gas: - Nicolas Riera.
Maria franziu o cenho após saber da notícia.
Gas: - Você o conhece? – Perguntou após perceber a expressão no rosto dela.
Maria: - Não, eu não o conheço – mentiu.
Euge: - Bom, temos que ir. Prazer em conhecê-lo...
Gas: - Gastón Dalmau.
Euge: - Eugenia Suarez.
Maria: - Maria Del Cerro.
Após terem se apresentado, Euge e Maria foram em direção ao Shopping mais próximo afim de se divertirem, enquanto Gastón ficou parado vendo as duas garotas partirem.

[Cena III]

Já estava trade. Maria e Euge estavam na lanchonete que Euge indicara.
O celular de Maria toca, então ela pega e ver quem estava ligando.
Maria sabia exatamente quem era, apesar da tela de seu celular está escrito “Desconhecido”. Ela pediu licença à Euge, foi para um canto deserto da lanchonete e atendeu o telefone.
Maria: - Alô?
XxX: - Vamos deixar o papo de lado e ir direto ao assunto. Você está executando sua missão?
Maria: - Sim. Eugenia Suarez voltou do Brasil e já está na cidade, e como planejado, eu sou a sua única companhia – disse após ter dado uma pequena espiada em Euge que agora pegava o milk-shake que a atendente lhe dera.
XxX: - Perfeito!
Maria: - Tem mais uma coisa, fiquei sabendo que Nicolas Riera foi atropelado ontem a noite.
XxX: - Isso eu já sei.
Maria: - Como assim você já sabe?
XxX: - Por que fui eu que o atropelei.
Maria: - Como é que é?
XxX: - Eu atropelei Nicolas Riera!
Maria não entendia mais nada, pois o propósito não era atingir os filhos e sim os pais.
Maria: - Isso é loucura, alguém pode ter anotado a placa do carro.
XxX: - Calma que eu pensei em tudo.
Maria: - Como assim?
XxX: - Eu estava dirigindo um carro sem placa.
Maria: - Mais por que você atropelou Nicolas Riera? Você quer matá-lo?
XxX: - Não quero matar Nicolas Riera... quero matar seu pai.

[Cena IV]

O Sr. Riera levantava-se de sua mesa de trabalho que ficava em sua residência.
Saiu de seu pequeno escritório, subiu as escadas, entrou no banheiro e tomou um banho. Enquanto estava no chuveiro, ele ouvia o telefone que ficava na sala de estar tocar sem parar.
Após o termino de seu banho, ele se vestiu, desceu as escadas e esperou o telefone tocar novamente – o que não demoraria muito, pois o telefone mal parava e já tocava novamente.
O telefone tocou.
Sr. Riera: - Alô?
Sr. Lopilato: - Sr. Riera?
Sr. Riera: - É ele mesmo, quem está falando?
Sr. Lopilato: - É o Sr. Lopilato. Bom, você deve perceber que sua esposa não passou está noite em sua casa...
Sr. Riera: - Sim, mais o que houve?
Sr. Lopilato: - É que ela passou a noite aqui no hospital.
Sr. Riera: - No hospital? O que aconteceu com ela? – Perguntou já nervoso.
Sr. Lopilato: - Calma, sua esposa está ótima. O seu filho que não está nada bem.
Sr. Riera: - O que houve com Nicolas?
O Sr. Riera já estava nervoso, pois conhecia muito bem o Sr. Lopilato, principalmente quando ele estava prestes a dar uma notícia ruim. Seja o que tenha acontecido com Nicolas, era uma coisa ruim. O Sr. Riera sentou-se em uma poltrona que ficava ao lado do telefone, já começando a passar mal.
Sr. Lopilato: - O seu filho está correndo perigo de vida.
Foi a gota d’água. O Sr. Riera largou o telefone já paralisado, sentiu uma forte pontada em seu peito e colocou a mão sobre este. Ele se contorcia incondicionalmente na poltrona querendo fazer de tudo para que a dor em seu peito parasse, mais tudo o que ele fazia era em vão. A cada segundo que passava, a dor em seu peito aumentava cada vez mais. Ele sabia que iria morrer a qualquer hora, só não imaginava que essa hora estava bem próxima. O Sr. Riera – sem agüentar a dor que sentia – se jogou no chão. Ele agora não só lutava contra a dor que sentia em sua peito como também lutava contra seus pulmões querendo fazê-los respirar. Ele não conseguia mais respirar.
Sr. Lopilato: - Sr. Riera? Sr. Riera?... – Chamava inutilmente sem ter respostas.
O Sr. Lopilato continuava chamando pelo Sr. Riera pelo telefone, mais o que ele não sabia, era que o Sr. Riera estava jogado no chão já sem vida.

[Cena V]

Maria: - E como você pretende matar o pai atropelando seu filho?
XxX: - Fácil, diferente de você, tenho outros que me dão informações úteis.
Maria: - E qual foi essa informação?
XxX: - É que o Sr. Riera tem apenas um alguns dias de vida.
Maria: - E por que você atropelou o Nico?
XxX: - Fácil. Como agora o Sr. Riera está com seus dias contados, resolvi adiantar atropelando seu filho para que quando ele soubesse da notícia do atropelamento...
Maria: - Ele não agüentaria a notícia e morreria na mesma hora! – completou a frase assustada.
XxX: - Exatamente!
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
No proximo capitulo:

Lali entrou na sua turma, abriu sua bolsa e pegou seu diário.
Logo em seguida começou a escrever:Querido diário...

Não vou escrever muito, pois estou na sala de aula e a professora pode chegar a qualquer momento. Acabei de ver a Euge e o Peter conversando no corredor da escola e eles falavam sobre mim, e sobre o quanto eles querem o meu perdão.
Gas: - Eu vou para Buenos Aires amanhã.
Rocio: - Como você não me disse nada... como... como...?
Gas: - Calma Rocio.
Rocio: - Você volta que dia?
Gas: - Eu não vou voltar.
Rocio: - Você não vai voltar? – Ela ainda gritava.
Gas: - Estou indo pra ficar.
Rocio virou o rosto não acreditando no que acabara de ouvir. Como ele teve coragem de fazer isso com ela? E como ela ficaria a partir de agora?



Nenhum comentário:

Postar um comentário